Open/Close Menu Pediatria e medicina intensiva

Loucuras que fazemos para não acordar o bebê.

…não dou descarga para número 1!
Ahhh, vai! Confessa que você  já deixou de dar descarga no número 2 também! Eu já! Pronto, falei.

…prendo a tosse até chegar em outro cômodo!
Ou até ficar roxa, tipo asfixiada.

…faço xixi em outro banheiro!
Amiga, levante as mãos para o céu por ter mais de um banheiro em casa!

…já tomei banho e coloquei roupa usada para não entrar no quarto!
Qual o problema de dormir morrinhenta? O importante é dormir, gente!

…deito na cama devagar, tipo sem respirar!
Finalmente fazemos alguma coisa devagar alguma hora do dia!

…desligo interfones e telefones.
E daí se algum parente morrer ou infartar no meio da noite, né? Que ligue de manhã, gente!

… seguro o xixi!
E também o cocô até ficar rebolando.

…dou bronca nos amigos do marido que chegam à noite para ver luta!
Já, já, esse povo vai ver o que é uma luta de verdade quando a mãe sair do sério…

…coloco o bebê contra a claridade!
Sabe galinha quando vê a luz e começa a cantar?

…abafo o espirro com o travesseiro!
Que mal faz ter bacteriazinhas na fronha, gente?

…fui me afastando de costas do berço, soltando dedinho por dedinho da mão do bebê!
Amiga, não adianta sair de costas. Eles têm sensor de presença, lembra?

…uso o liquidificador na varanda para fazer o suco da criança!
Eu tranco o meu no banheirinho dos fundos e ainda faço Shhhh Shhhh para ele!

…tento decifrar o jornal em closed caption e saio mais desinformada!
Tenta leitura labial, gente!  É melhor do que esse troço!

… fiz xixi numa fralda para não sair do quarto porque a porta rangia!
Hahahahahahaha! Gente, tem mãe muiiiito mais pirada do que eu!!!

… chuto o marido para ele parar de roncar!
É um marido ou uma motosserra?

…mando o marido fazer xixi em outro banheiro!
Não dá pra soltar o xixi mais devagar não, rapaz?

…abafo o ronco do marido com o travesseiro!
E aposto que o cara-de-pau não acorda!

Respostas coletadas de blogs. E você o que já fez para não acordar seu bebê?

Férias são períodos ideais para relaxar e curtir com a família. Seja em casa ou em uma viagem, o importante é viver momentos que sejam agradáveis para todos – adultos e crianças. E, para garantir a diversão e a tranquilidade, um bom planejamento é essencial. Por isso, confira algumas dicas que irão te ajudar a garantir férias sem sustos. ☺

VIAGEM DE CARRO 🚙

  • No carro, nunca dispense o uso dos equipamentos de segurança: bebê conforto, cadeirinha, assento de elevação ou cinto de segurança;
  • Crianças devem ser transportadas em equipamentos de retenção veicular até os sete anos e meio de idade ou até atingirem 1,45 m de altura. Após isso, devem ser transportadas no banco traseiro do veículo até os dez anos de idade;
  • Antes de viajar, além da revisão no veículo, verifique a instalação do bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação;
  • Atenção com a mudança de rotina para evitar esquecer a criança sozinha dentro do carro. Uma dica para prevenir esse acidente é deixar no chão do banco traseiro algo que você precisará em sua parada – bolsa, almoço, mochila da academia ou maleta;
  • Sempre verifique se todas as crianças deixaram o veículo quando chegar ao seu destino. Supervisione também as crianças que estiverem dormindo;

VIAGEM DE ÔNIBUS OU AVIÃO 🚌✈

  • No ônibus e no avião, não é obrigatório o uso da cadeirinha, mas algumas companhias oferecem um cinto de segurança especial para crianças de colo, que se prende no cinto do adulto. Não é recomendado prender a criança no mesmo cinto do adulto, pois em caso de desaceleração, ela pode ser esmagada pelo peso de seu corpo;
  • Durante a viagem, tome muito cuidado com bebidas e comidas quentes que são servidas em avião e ônibus. Qualquer turbulência ou freada mais brusca pode derramar o alimento sobre a criança e causar queimaduras.

HOTEIS E POUSADAS ☺

  • Antes de alugar um quarto, informe-se sobre as condições de segurança desses ambientes e se eles estão preparados para receber crianças;
  • Crianças menores de seis anos não devem dormir na parte superior de beliches. Caso a criança seja muito pequena e o estabelecimento não forneça berço, verifique se é disponibilizada grade de proteção para camas convencionais;
  • Verifique se há redes ou grades de proteção nas janelas e varanda do quarto. Se não houver, certifique-se que elas possam ser trancadas;
  • Se houve piscina, certifique-se de que ela seja cercada, para impedir o acesso das crianças desacompanhadas. Nunca deixe a criança brincar perto da piscina sem supervisão;
  • Pergunte se os ralos da piscina possuem sistema anti-aprisionamento e se há salva-vidas no local;
  • O colete salva-vidas é o equipamento mais seguro para evitar afogamentos. Boias e outros objetos infláveis passam uma falsa sensação de segurança, pois podem estourar, se soltar do braço da criança ou virar a qualquer momento;
  • Caso haja parquinhos e brinquedoteca no local, verifique as condições do ambiente e dos brinquedos antes de permitir que a criança brinque nesses espaços. Pergunte também se há monitores nos locais;
  • Para atividades como passeio a cavalo, trilha, rapel, tirolesa etc., informe-se a respeito dos monitores, se são bem capacitados, e dos equipamentos de segurança, se são novos ou estão em bom estado de conservação;
  • Antes de viajar, anote sempre o endereço e telefone do centro médico mais próximo ao local onde você estará hospedado. No exterior, tenha à mão as informações do seguro de viagem e o contato do pediatra do seu filho.

CASA DE AMIGOS OU FAMILIARES😍

  • Redobre a atenção e mantenha a supervisão constante das crianças;
  • Faça uma ronda de segurança por toda a casa e verifique se há objetos ou produtos que possam ser perigosos ao alcance das crianças, como produtos de limpeza e de higiene, remédios, facas, tesouras, botões etc;
  • Cuidado com o possível acesso das crianças às escadas e à piscina;
  • Se o apartamento não tem redes nas janelas e sacadas, considere mantê-las fechadas para não permitir que as crianças se aproximem desses locais;
  • Atenção a cortinas e persianas que podem representar risco de estrangulamento.

EM CASA🏠

  • Realize uma operação “pente fino” em todos os cômodos da casa e verifique se não há nenhum produto ou objeto perigoso ao alcance dos pequenos. Caso encontre, guarde-os em um local seguro imediatamente;
  • Faça uma inspeção em todos os brinquedos das crianças a procura de danos que possam provocar algum ferimento. Veja se há peças pequenas soltas ou prestes a se desprenderem, se há partes quebradas com pontas afiadas ou arestas etc. Caso encontre algum problema, conserte na hora ou retire o brinquedo do alcance das crianças até que ele esteja seguro para ser utilizado;

Fonte: Dr. Origenes J. Capellani (CRM 12564) / Ong Criança Segura

Recomenda-se que o bebê fique de costas para o adulto, com a cabeça voltada para frente, para dar sustentação. A escova deve fazer movimentos circulares nas partes frontal e traseira dos dentes, e de vai e volta na porção de cima. Depois, dá para enxaguar, mas não é necessário. Como a pasta utilizada é pouca — cerca de um grão de arroz cru — não há problema que permaneça na boca do bebê.

Quando os dentes estiverem presentes em maior quantidade, um encostando no outro, o fio dental entra em cena uma vez ao dia, sempre aplicado pelos pais. Ele deve abraçar o dente para limpar o tecido mole da gengiva, num movimento de vai e vem. Alguns sinais indicam que a higienização não está sendo feita como deveria, como inchaço e vermelhidão na gengiva e manchinhas esbranquiçadas no dente.

Fazendo as compras

Escolher os produtos para manter o sorriso dos pequenos pode ser difícil, pois há muitas opções no mercado. Nem tudo, entretanto, é necessário ou eficaz para a limpeza. É o caso das dedeiras, por exemplo. Elas só servem para massagear a gengiva, o que alivia o incômodo do nascimento dos dentes. Separamos abaixo alguns exemplos para ajudar na busca!

Luva de limpeza

Alguns modelos substuem a gaze na limpeza da boca ainda banguela. Mas atenção: esse produto só é indicado só para bebês ainda sem dentes que fazem uso de fórmula láctea.

Escova de dentes para bebês

Elas devem ter o tamanho adequado para a idade — geralmente está indicado no rótulo — e cerdas macias, porém resistentes, para que não soltem durante a limpeza. O ideal é que as pontas sejam arredondadas para evitar lesões. Alguns modelos são também massageadores, que agem para aliviar a pressão provocada pelo nascimento dos primeiros dentinhos, e vêm com trava de segurança para impedir que a ponta chegue muito fundo na boa.

Que pasta de dente usar

Ela deve sim ser com flúor, que é importante para prevenir o aparecimento de cáries. Dessa maneira, não há obrigatoriedade de comprar uma pasta específica para o público infantil. O segredo é usar com parcimônia, cerca de um grão de arroz cru, até os 4 anos de idade.  Essa quantidade é segura, não oferece riscos ao bebê.

Escova de treinamento

Algumas marcas têm escovas específicas para o bebê imitar o hábito dos pais. Não é um item obrigatório da lista de compras, mas pode ser interessante para criar no pequeno o hábito de fazer a higiene bucal.

Afinal, as crianças adoram imitar os pais.

Fonte: Dr. Origenes J. Capellani (CRM 12564) / bebe.com.br

O inverno está se aproximando e, com as temperaturas mais baixas, todos nós queremos ficar aquecidos e mantermos quentes e protegidos quem a gente ama, certo? Para isso, vale usar muitas camadas de roupas, tirar as cobertas mais pesadas do armário, consumir alimentos e bebidas quentes e até mesmo usar um aquecedor.

Tudo isso é ótimo para aumentar nosso conforto nos dias mais frios. Mas, quem tem criança em casa deve tomar prestar atenção e tomar alguns cuidados para evitar acidentes com os pequenos.

Veja algumas dicas que a Criança Segura preparou especialmente para essa época do ano.

1) Atenção com os bebês na hora de dormir

Em dias frios, ao preparar o bebê para a hora do soninho, prefira vesti-lo com roupas mais quentes e evite usar cobertores para aquecê-lo, pois isso pode acabar superaquecendo a criança ou até mesmo sufocando-a. Uma camada de roupa a mais do que a que um adulto está usando é suficiente para mantê-lo aquecido.

No berço, coloque o bebê para dormir de barriga para cima, em um colchão firme e sem objetos macios por perto (como travesseiros, ursinhos ou protetores de berço). Se necessário, cubra o bebê somente até a altura do peito, deixando os seus braços livres, pois isso evita que o bebê deslize na cama, fique com a cabeça embaixo das cobertas e não consiga respirar adequadamente.

2) Verifique temperatura da água na hora do banho das crianças

Ao preparar o banho dos pequenos, verifique se a temperatura da água não está muito quente para evitar queimaduras. Em banheiras, mova a mão por toda sua extensão para ter certeza que não há nenhum ponto onde a água esteja muito quente. Lembre-se, a pele das crianças é mais fina e delicada do que a de um adulto, por isso ela pode se queimar com mais facilidade.

3) Agasalhos e acessórios também podem provocar acidentes

Com as temperaturas mais baixas é normal que coloquemos mais camadas de roupas nas crianças. Mas, na hora de brincar, é preciso prestar atenção em alguns detalhes das vestimentas que podem provocar acidentes.

Cordões (como os de capuz ou de calças) não devem ter mais do que 5 cm de comprimento. Assim, evita-se que se enrolem no pescoço das crianças, as façam tropeçar ou que fiquem enganchadas em algum lugar.

Botões devem estar bem presos à roupa para evitar que se soltem e possam ser levados à boca, causando engasgamento.

Zíperes devem ser forrados com tecido por dentro, para não entrarem em contato direto com a pele da criança, evitando, assim, possíveis ferimentos no momento de abrir ou fechar a peça. Além disso, deve-se evitar puxadores que possuam uma abertura, pois essa fenda pode se prender no dente dos pequenos e causar acidentes.

Lenços e cachecóis devem ser retirados quando a criança for brincar, também para evitar quedas e estrangulamento acidentais.

4) Mantenha alimentos e bebidas quentes longe do alcance das crianças

Para se aquecer em um dia frio, nada melhor do que ingerir alimentos quentes. Porém, para evitar que as crianças acabem se queimando, é preciso tomar algumas medidas preventivas.

Não use tolhas de mesas compridas, pois os pequenos podem se apoiar nelas para se equilibrarem ou tentar ver o que tem em cima da mesa e acabarem derrubando sobre si alimentos e utensílios domésticos que podem provocar queimaduras e outras lesões.

Nunca tome bebidas quentes enquanto segura uma criança no colo. Em um momento de descuido o líquido pode acabar caindo sobre a criança e provocando sérias feridas.

Com cuidados, dá para curtir o inverno com os seus pequenos.

Fonte: Dr. Origenes J. Capellani (CRM 12564 / Criança Segura

Todos os bebês têm um paninho ou fraldinha no qual se apegam nos primeiros momentos da vida. Muitos pais, não compreendendo a importância dessas naninhas, acabam tirando das crianças antes do tempo, o que pode causar consequências negativas para o desenvolvimento.

Os paninhos costumam ter um importante valor sentimental para as crianças, porque as ajudam a entender sua própria identidade conforme vivem a infância. Eles são conhecidos como de “objetos de transição”, e devem ser preservados até que elas não necessitem mais deles. Entenda abaixo o porquê.

Os objetos de transição, apesar de frequentemente serem os paninhos, podem ser qualquer outro objeto que traga uma sensação de segurança e conforto para as crianças.

O termo objetos de transição foi desenvolvido por Donald Winnicott nos anos 50. O pediatra e psicanalista acredita que nas fases iniciais da vida, o bebê acredita que ele e a mãe são a mesma pessoa, mas que essa percepção muda ao longo dos meses, quando as crianças adquirem mais consciência de que nem sempre as mães estão por perto, e por isso buscam aconchego nos objetos que têm ao seu redor.

Essas fraldinhas trazem uma sensação de tranquilidade às crianças, porque muitas vezes são uma grande substituta para o colo materno em suas mentes. É justamente pela função que desempenham que os paninhos são tão importantes, eles ajudam as crianças a lidarem bem com a mudança de “dependência absoluta” para “dependência relativa”.

Além de acalmarem as crianças, eles também oferecem um impulso de autoconfiança para que elas lidem com confiança com os desafios de suas vidas diárias, como hora de dormir sozinho, o primeiro dia na escolinha, entre outros.

A importância dos “paninhos de estimação” na hora de dormir

Como representam a figura da mãe para as crianças, os paninhos são muito incentivados pelos pais, especialmente quando as crianças começam a dormir sozinhas, e sempre desejam ter a mãe por perto. Nesse contexto, esses objetos também incentivam as crianças a acreditarem que nunca estão sozinhas.

Não há idade ideal para largar o objeto de transição. Em geral, o objeto é gradualmente substituído por outros interesses e, dos 3 aos 5 anos, a criança já tem condições de deixá-lo – cada uma no seu tempo, que é emocional e não cronológico. O importante, segundo especialistas, é os pais não prejulgarem o filho. Mas, como tudo na vida, o hábito requer atenção quando é exagerado. Se após os 5 anos ou o período de adaptação na escola, a criança se recusa a ficar longe do paninho, ou ainda se o uso do objeto prejudica o convívio social dela (sofrer bullying, por exemplo), vale procurar orientação médica ou psicológica para tentar identificar o motivo do apego. Situações difíceis para ela, como a morte de alguém ou o nascimento de um irmão, podem estar por trás disso.

Fonte: Dr. Origenes J. Capellani (CRM 12564) / Revista Crescer / Site O Segredo

Como um acidente pode afetar a vida de sua família? Um vídeo para você refletir, comentar e nos ajudar a compartilhar.

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